As vezes é necessário uma faxina interna, uma limpeza completa, mas não jogar lixo para baixo do tapete. O ódio cresce e mata quem o alimenta, como erva daninha, planta mortífera que sufoca, fel que amarga a água límpida e insípida.
Quando nossos lábios desejam vociferar de imediato todo sentimento de angústia guardado, neste momento nosso coração está cheio e a mente lançando aos lábios aguçadamente as dores internas.
Enxergamos o outro com base em nossos reflexos, reproduzimos o que há em nosso coração, atribuindo á ele o que faríamos no lugar dele, julgamos por nossos sentimentos empaticamente.
Não podemos atribuir ao outro autoridade para abalar nosso emocional e roubar o domínio próprio...este cabe a nós.
Quanto mais buscamos expor o outro, mais nos apresentamos, apresentação esta não em palavras, mas em atitudes.
Que Deus nos dê cada dia mais dose dobrada de domínio próprio, amor e respeito ao outro.
